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terça-feira, 25 de outubro de 2011

O Perfil do Novo Gestor

13:10 By Robson Gestor Empresarial , No comments

Caros leitores vamos tratar de assunto inteligente e para aqueles que buscam o sucesso e uma carreira promissora.

As organizações hoje falam e buscam o profissional mais capacitado, inteligente e com alto poder de raciocínio e ambição de crescimento.
Então vamos explicitar como deve ser os gestores de hoje.
 Os gestores procurados nas mega corporações deverão ser capazes de antecipar-se às mudanças.
Diante do novo cenário em que as empresas atuam, no qual a busca por maior competitividade passa pela redução de custos, pela eliminação do desperdício e pelo aumento da produtividade, cria-se um novo paradigma em relação ao gerenciamento de serviços e investisse em um novo modelo de relação.
Agregar valos aos meios de produção é o principal objetivo.
A redução das estruturas internas da empresa, inicialmente marcadas pela transferência de atividade de apoio e hoje pelas atividades consideradas mais nobres ou produtivas, com foco no seu próprio negócio, propiciou uma reestruturação organizacional. As empresas começam a estruturar-se como verdadeiros núcleos de negócios das chamadas células de produção, e o fornecedor de produtos e serviços passa a ter papel fundamental nessa cadeia.
Cada vez mais a empresa necessitará de gestores especialistas com visão de generalista e profundidade de conhecimento, profissionais que deixam de ser meros negociadores e controladores do contrato para serem gestores da relação, facilitadores e fomentadores do desenvolvimento da célula de produção ou prestadores de serviços. Poderíamos chamá-los de agregadores do processo.
Sabemos que a cadeia produtiva fortalece-se com o desenvolvimento e a qualificação de seus fornecedores; portanto, nada mais lógico e racional que as empresas investirem na especialização do gerenciamento desse processo, seja pela gestão interna ou externa do relacionamento. O importante a ser considerado e observado nesse novo contexto é não vincular essa atividade vital para a organização com outras atribuições ou atividades gerenciais sem ligação nenhuma com a cadeia produtiva, como, por exemplo, o gerenciamento de recursos humanos ou a produção. Na realidade, já constatamos que tal prática não tem eficácia nem se sustenta a médio e longo prazo.
Portanto, uma vez que a competitividade das empresas só será alcançada por meio de diferenciais pessoais e intelectuais daqueles que interagem no ciclo produtivo, o perfil do gestor deverá incluir a capacidade e flexibilidade de absorver as constantes mudanças do mercado e, conseqüentemente, do mundo empresarial.
Esse profissional será disputado, estará no grupo dos que apresentam altas taxa de empregabilidade. Agregar valor deverá ser a principal característica do profissional desse século, somando-se ao perfil empreendedor, à capacidade de antecipar-se às mudanças, de manusear, mensurar e avaliar dados, de trabalhar com orçamentos e metas, focando sua atuação na prevenção seletiva. Ele deverá ter autonomia, liberdade de atuação e conhecimento detalhado de cada operação da cadeia, bem como saber comunicar-se e ter capacidade de liderança.
O sucesso está no desenvolvimento permanente da rede de relacionamento e na manutenção da empregabilidade no ambiente onde é praticada a terceirização.
Obter maior taxa de retorno com menor custo, transformando a cadeia de fornecedores em cadeia de excelência, é o desafio para o novo gestor.
Ao mesmo tempo sabemos que o modelo de estrutura de serviço usualmente adotado pela maior parte das empresas não é o mais adequado e que seu ambiente não oferece espaço para esse tipo de gestor, ou por falta de visão estratégica ou por falta de capacidade gerencial. Também sabemos que nem todos os profissionais perceberam essa oportunidade, esse novo ciclo da relação de parcerias.
Um dos expoentes da administração, Peter Drucker, preconizava em suas incursões pelo mundo a fora: “No futuro, vamos viver de nossas habilidades vendáveis”, preceito que nos remete à necessidade de formação de uma nova postura frente às dificuldades e ás mudanças do mundo globalizado.
As empresas que já se deram conta dessa nova realidade estratégica e vitais para a sua sobrevivência estão “garimpando” profissionais com essas qualificações nos seus próprios quadros ou no mercado externo.

Boa leitura e sucesso a todos.
Por: Robson Carvalho de Menezes


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