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sábado, 10 de dezembro de 2011

Planeta Mutante: Nova Zelândia

09:00 By Folha Newsletter , 3 comments

A Nova Zelândia é um arquipélago com um turbulento passado geológico e lar de criaturas impressionantes: aves com hábitos noturnos que não voam e fósseis vivos. A evolução avançou nesta ilha isolada, gerando alguns dos animais mais estranhos do mundo. Rastros indicam que quase toda a Nova Zelândia esteve completamente submersa entre 25 ou 65 milhões de anos atrás. É bem óbvio que os animais não sobreviveram. Após este período a terra emergiu, mas no entanto, a ilha deixou um mistério que pesquisadores ainda não conseguiram desvendar: como os animais de hoje conseguiram chegar até lá? Pelo mar? Trazidos pelo vento? Eis um mistério...

Planeta Mutante é uma série exibida pelo Animal Planet, infelizmente não pude apresentar-lhes um bom conteúdo, pois não pude gravar o documentário, acabei assistindo por acaso. Escrevi somente o que consegui me lembrar, o restante pesquisei no Wikipédia

Devido ao seu isolamento relativo, a Nova Zelândia desenvolveu um ecossistema único, cuja característica mais distinta consistia na ausência, até à colonização polinésia, de quaisquer mamíferos terrestres, à exceção de três espécies de morcegos. Muitos dos nichos ecológicos que normalmente teriam sido ocupados por mamíferos eram ocupados por aves, incluindo o kiwi (incapaz de voar) e a moa. As moas, agora extintas, podiam crescer até uma altura de três metros. O kiwi e a Cyathea dealbata, característicos das florestas nativas deste país são símbolos nacionais. A Nova Zelândia é também a residência do tuatara, uma espécie antiga de réptil, e do weta, um inseto que pode atingir mais de oito centímetros de comprimento.

Parece até uma piada da natureza, mas aves não voam. As espécies da Nova Zelândia são consideradas mutantes porque sofreram incríveis mudanças para adaptarem-se aquele habitat. Mudanças como: aves com hábitos noturno e que não voam, caracóis carnívoros, papagaio de 4kg que não voa, lagarto de três olhos (o 3º olho fica em cima da cabeça) e entre muitos outros bichos.

Estes animais que hoje habitam a ilha, só existem unica e exclusivamente na Nova Zelândia.

KIWI
Apterygidae é uma família de Aves endêmica da Nova Zelândia, possui apenas um gênero, o Apteryx, e são popularmente chamados de quivi. O quivi não voa, tem hábitos noturnos e vive em um buraco no solo. É uma família ameaçada. Esta ave é a menor das ratitas vivas, as aves não voadoras e não nadadoras, como o Kiwi, as emas e as avestruzes, mas a sua origem é ainda incerta. Antes da chegada dos humanos em 1.300 d.C., não existiam mamíferos na Nova Zelândia (com exceção de 3 espécies de morcegos), e a ilha estava cheia de pássaros e répteis.

O Kiwi tem aproximadamente o tamanho de uma galinha, tem a plumagem do corpo fofa, parece pelo de cahorro, bico longo e delgado com narinas na extremidade, pés com garra fortes, com 4 artelhos, asas atrofiadas. São aves com hábitos noturnos, por isso poucas pessoas conseguem vê-lo durante o dia. Usam o olfato em busca de alimento. São onívoros, alimentado-se de frutas, sementes, pequenos vermes e larvas de insetos. Só põem um ovo por ano; o ovo por incrível que pareça é quase do seu tamanho, é tão disproporcional ao seu corpo que chega a comprimir todos os seus órgãos, mas a natureza se encarregou de fazer com que a ave suportasse tamanho sofrimento. A fêmea abandona o ovo após colocá-lo, um macho aparece no local e faz o papel de chocadeira num período de aproximademente de 80 dias, o maior tempo já registrado. Outra curiosidade é que, o macho tem que sair para alimentar-se, isso causaria a morte do embrião, porém essas aves como muitas outras na ilha possui uma habilidade de manter-se aquecidas por causa das noites frias. Por isso, quando ovo esfria, ele simplesmente dá uma pausa na gestação, quando macho retorna para aquecê-lo novamente, a gestação começa continua exatamente de parou. Outro detalhe é que os filhotes de Kiwi, não nascem pelados como as outras aves, já saem com o corpo coberto e pronto para seguir sua vida sozinho.


TUATARA
A tuatara (Sphenodon spp.) é o único representante de répteis da ordem Sphenodontia (ou Rhynchocephalia) e família Sphenodontidae. É um réptil endémico da Nova Zelândia que vive apenas em algumas ilhas ao largo deste país, estando extinto nas duas ilhas principais. É considerado uma espécie ameaçada desde 1895. O nome tuatara é uma palavra Maori que significa dorso espinhoso. O tuatara é considerado um fóssil vivo, mais antiga que os dinossauros já que pouco se modificou desde o Mesozóico.

As tuataras têm características mistas entre lagartos, tartarugas e aves. Os dentes estão fundidos aos maxilares e não têm órgãos de copulação nem auditivos externos. São animais de clima frio, que não suportam temperaturas acima dos 27°C. Os adultos medem cerca de 60 cm de comprimento, pesam entre 0,5 e 1 kg e são terrestres e principalmente noturnos. Os juvenis adaptaram-se a um modo de vida oposto, arbóreo e diurno, principalmente por serem uma das presas favoritas das tuataras adultas.


O ciclo de vida destes répteis é extremamente longo e os indivíduos podem chegar aos cem anos de vida. As fêmeas levam muitos anos a atingir a maturidade sexual e põem ovos apenas de quatro em quatro anos. O período entre a copulação e a eclosão é de 12 a 15 meses. As tuataras crescem continuamente até aos 35 anos de vida e vivem aproximadamente até os 100. Como os lagartos, as tuataras têm um olho pineal em cima da cabeça, coberto por uma escama. A função deste terceiro olho, estando ele coberto, permanece desconhecida.

As tuataras alimentam-se de insetos, lagartos, ovos de aves marinhas e por vezes dos seus próprios juvenis. Habitam zonas de floresta e praias de cerca de trinta ilhas ao largo da Ilha Norte da Nova Zelândia.


CARACOL CARNÍVORO
Os caracóis nativos (Powelliphanta marchantii) é uma espécie de gastrópode da família Rhytididae. É endémica da Nova Zelândia. São grandes do tamanho de um punho fehado. Alimentam-se pricipalmente de minhocas sugando-as como se fossem espaguete. Pesquise no Youtube!



Foto: news.nationalgeographic.com
MORCEGO-DE-CAUDA-CURTA
Mystacina tuberculata é uma espécie de morcego da família Mystacinidae. Endêmico da Nova Zelândia, pode ser encontrado nas ilhas do Norte, do Sul e ilhas adjacentes. A evolução não costuma recuar sobre seus passos, os morcegos de cauda curta da Nova Zelândia parecem ter iniciado um estranho caminho. A cada dia, centenas de pequenos exemplares descem até o solo e arrastam-se em busca de comida. A presença de frutas e insetos sobre o solo levam estes morcegos a uma nova adaptação, de maneira que utilizam suas asas como mãos para caminhar. Estes morcegos não só são "os mais terrestres de sua espécie", como representam uma estranha tentativa da Natureza de voltar a produzir um rato.


PINGUIN-DAS-SNARES
O Pinguim-das-snares (Eudyptes robustus) é um pinguim da Nova Zelândia que se reproduz nas Ilhas Snares, a sudoeste da Ilha Sul.

É um pinguim pequeno, que mede entre 50 a 70 cm e pesa de 2,5 a 4 kg. É preto no dorso e branco no ventre. Tem penachos amarelos a fazer de sobrancelhas que se prolongam para lá da cabeça. Tem olhos vermelhos e um bico laranja-acastanhado rodeado por pele rosada. As colónias mais numerosas encontram-se na Ilha Nordeste, a principal ilha do grupo das Ilhas Snares, enquanto que outras colónias se encontram na Ilha Broughton, assim como na rochosa Cadeia Ocidental. As suas presas principais são o krill (60% da dieta), lulas (20%) e pequenos peixes (20%). A espécies está actualmente classificada como vulnerável pela IUCN. A população actual é estimada em 30 000 pareceiros aptos para a reprodução.


KAKAPO purpleopurple.com
O kakapo (Strigops habroptilus) é uma espécie de papagaio noturno, endémico da Nova Zelândia, notável por ser a única espécie da ordem Psittaciformes incapaz de voar. O seu nome comum significa papagaio da noite em maori. O kakapo é uma ave em perigo crítico de extinção, com uma população total de apenas 86 exemplares, todos eles monitorados por equipes científicas.

O kakapo é um papagaio de constituição robusta que pode medir até 60 cm de comprimento e pesar entre 3 a 4 quilos, um valor relativamente elevado em relação a outras aves do seu tamanho e que só é possível por não voar. As asas são atrofiadas e pequenas e servem apenas como balanço quando circulam entre ramos de árvores. A ausência de músculos de voo faz também com que o esterno seja relativamente reduzido por relação ao seu tamanho. A plumagem do kakapo providencia uma boa camuflagem contra a vegetação nativa e é em tons de verde-seco, listado de preto na zona dorsal, sendo a zona ventral e garganta de cor amarelada. Como não têm penas de voo, os kakapos têm uma plumagem muito suave e macia, o que lhes valeu o epíteto específico habroptilus, que significa precisamente pena suave em Grego. Os kakapos têm penas especializadas na zona do bico, que tem a função de bigodes sensoriais e lhes permitem um melhor reconhecimento do ambiente durante a noite. Como complemento, estas aves têm um olfato muito apurado. Outra característica distinta dos kakapos é o seu odor intenso, descrito como uma mistura de flores e mel. Apesar de agradável ao nariz humano, este odor provou ser uma enorme desvantagem para a espécie com a introdução dos primeiros predadores, que depressa aprenderam a reconhecer o cheiro do kakapo. Quando em perigo, o kakapo fica paralisado à espera que a sua camuflagem o proteja dos predadores, o que pode ter funcionado com as águias-de-haast e outras aves sem olfato, mas representava uma estratégia perigosa junto de mamíferos de nariz apurado. Os kakapos são aves herbívoras que se alimentam de várias espécies nativas da Nova Zelândia, consumindo sementes, frutos e pólen. A sua fonte de alimento favorita é o fruto do rimu, uma árvore endémica do seu habitat. Ocasionalmente, os kakapos podem também alimentar-se de insectos e outros pequenos invertebrados.

Os kakapos têm uma estratégia reprodutiva única no grupo dos psitacídeos. Na época de reprodução, os machos abandonam os seus territórios para tomar posse de uma espécie de arena, onde realizam exibições elaboradas, destinadas a atrair o maior número possível de fêmeas. Os locais favoritos para estas exibições são topos de colinas ou de escarpas e os machos lutam entre si pelas localizações mais favoráveis. Dentro da sua arena, que chega a ter cerca de 7 km de comprimento, cada macho escava diversas depressões no solo, junto de árvores ou rochas, com cerca de meio metro de diâmetro e 10 cm de profundidade. Estas depressões são mantidas limpas de detritos e marcas de pegadas com todo o cuidado. Durante o período de actividade noturno, o macho percorre as diversas depressões, utilizando cada uma como palco para emitir vocalizações ruidosas de baixa frequência que podem ser ouvidas a cerca de 1 km de distância. As fêmeas ouvem as vocalizações dos vários machos e eventualmente fazem a sua escolha, dirigindo-se para a arena correspondente. A cópula ocorre após uma breve exibição do macho perante a fêmea e depois do encontro ambos separam-se e regressam às suas actividades: o macho retoma as vocalizações para atrair mais fêmeas; as fêmeas regressam aos seus territórios sozinhas. As fêmeas de kakapo colocam entre 1 e 4 ovos por postura, em ninhos toscos construídos no solo ou em cavidades nos troncos de árvores. Após um período de incubação de cerca de 30 dias, os juvenis chocam sem penas e totalmente dependentes da sua progenitora. Uma vez que a fêmea tem que abandonar os ovos e juvenis todas as noites, para procurar alimento, estes são muito vulneráveis à ação de predadores. Os juvenis tornam-se mais ou menos independentes com cerca de 10 a 12 semanas, embora a progenitora possa continuar a alimentá-los esporadicamente durante os seis meses seguintes. A reprodução dos kakapos é errática e não ocorre todos os anos. Estudos recentes sugerem que esteja associada aos períodos de frutificação do rimu, a árvore que produz o seu alimento favorito, que ocorre com em intervalo de 3 a 5 anos. A maturidade sexual dos machos ocorre aos 5 anos de idade e a das fêmeas entre os 9 e 11 anos. Em condições normais, o kakapo pode viver até aos 60 anos.

WETA
Weta, Deinacrida heteracantha é um inseto natural da Nova Zelândia, aparentando ser um "grilo gigante". São classificados no gênero Deinacrida, que é uma palavra grega para gafanhoto.


São insetos pesados, com um corpo de até 10 centímetros de comprimento, contando com suas pernas e antenas, e pesando cerca de 20 a 30 g. O nome vem da palavra da língua Maori weta. São conhecidas aproximadamente 70 espécies endêmicas deste inseto na Nova Zelândia. Algumas destas espécies são incluídas entre entre os maiores e mais insetos pesados do mundo. A fêmea possui um aguilhão, mas é realmente um ovipositor que permite a ela colocar os ovos dentro de madeira em apodrecimento. A maior espécie de weta é o Little Barrier Island, também conhecido como wetapunga. Os wetas gigantes tendem a ser menos sociais e menos agressivos do que os outros.


Dada sua capacidade em suportar variações na temperatura, os weta podem ser encontrados em uma grande variedade de ambientes, tanto montanhas, florestas, pastagens, grutas, arbustivas, terrenos urbanos e jardins. Possuem hábitos noturnos. Durante o dia se escondem em buracos no terreno. Durante a noite os weta saem de seus esconderijos para caçar suas presas e comer frutas.

Considera-se que os weta podem ter sobrevivido praticamente inalterados morfologicamente desde o período Mesozóico, embora não existam evidências fósseis na atualidade.

Considera-se que os weta tenham um significativo papel na dispersão de sementes. Entretanto, não são conhecidos por consumirem frutos carnosos e dispersarem as sementes após a sua passagem pelo seu aparelho digestivo. Os weta são entretanto eficientes na dispersão de sementes, fornecendo um exemplo de convergência ecológica entre organismos não relacionados.

Um weta gigante em cativeiro com seus ovos alcançou peso recorde de 70 g, tornando-se um dos mais pesados insetos registrados, sendo mais pesado que um pardal.


ANIMAIS EXTINTOS

ÁGUIA-DE-HAAST
A águia-de-haast (Harpagornis moorei), conhecida como Te Hokioi em maori, era uma ave de rapina diurna nativa da ilha do sul da Nova Zelândia que se extinguiu por volta do século XV. A espécie foi descrita pelo geólogo alemão Julius von Haast em 1872, através de vários esqueletos encontrados na propriedade do colono George Moore.

A águia-de-haast foi uma das maiores aves de rapina existentes e ocupava o topo da cadeia alimentar do seu ecossistema. As fêmeas pesavam entre 10 a 14 kg e tinham uma envergadura de cerca de 3 metros; os machos eram consideravelmente menores com um peso de até 10 kg. A águia-de-haast alimentava-se das aves não voadoras da Nova Zelândia, incluindo moas, que tinham cerca de 15 vezes o seu tamanho, e patos-de-finsch, ambos igualmente extintos. Para matar as presas, estas águias tinham um bico encurvado e patas fortes que terminavam em garras longas, que não ajudavam a caminhar sobre o solo mas eram perfeitas para dominar e matar. Foram encontrados esqueletos de moas com danos consideráveis na zona da pélvis, o que sugere que as águias atacassem estas aves nessa zona. Pouco se sabe a respeito dos hábitos de vida da águia-de-haast, a não ser que caçava de dia e que provavelmente vivia em casal.

Causa da extinção
A extinção desta espécie está relacionada com a chegada dos primeiros seres humanos à Nova Zelândia há cerca de 1000 anos. Não há evidências de que os maoris tivessem caçado as águias-de-haast até ao seu desaparecimento; pelo contrário, estas populações veneravam a ave e representaram-na em diversos exemplos de pinturas em cavernas. No entanto, os colonos caçaram excessivamente as moas e as outras presas da águia-de-haast até à extinção, contribuindo assim para a sua própria queda.

Os parentes mais próximos da águia-de-haast são as águias do género Hieraaetus, cerca de 10 a 15 vezes menores. Estudos genéticos sugerem que a águia-de-haast tenha divergido deste género há cerca de 1 milhão de anos. A evolução da águia-de-haast para espetaculares dimensões deve ter sido favorecida por um habitat sem outros grandes predadores que servissem de concorrência, e rico em presas de grande porte.


MOA
As moas são um grupo extinto de aves não voadoras pertencentes à família Dinornithidae. O grupo era endémico da Nova Zelândia e os seus representantes eram os herbívoros dominantes do seu ecossistema.


É um grupo diverso, principalmente quando se refere a seu tamanho, com postura horizontal e asas pequenas, seu corpo era fortemente apoiado por pernas grossas e pés consideravelmente grandes; pescoço longo acompanhado de uma cabeça pequena, seu bico era largo e reto e suas narinas eram bem desenvolvidas. A moa gigante Dinornis novaezealandiae poderia atingir cerca de três metros de altura e 250 kg de peso. A moa gigante Dinornis novaezealandiae botava de 1 a 2 ovos grandes com aproximadamente 24 cm de comprimento e 17 cm de largura.


WAIMANU
Waimanu é um gênero de início pinguim que viveu logo após o evento de extinção Cretáceo-Paleógeno. Sua descoberta ajudou a apoiar a idéia de que a radiação do Neoaves (incluindo as aves mais modernos) ou ocorreram antes da extinção dos dinossauros, ou que ela deve ter sido extremamente rápida em termos geológicos. DNA de estudos, por exemplo, a uma extensa por Hackett e colegas, parecem indicar o último. Embora tenha sido um membro muito cedo do Sphenisciformes (a ordem que incluiu Penguins moderna), Waimanu foi voar como todos os pinguins modernos. Apesar de seus ossos da asa não mostram a extrema especialização pinguins modernos para um estilo de vida aquático, parece adaptado para asa de propulsão, mergulho e pode ter se assemelhava a uma flightless loon na forma do corpo e talvez o Auk Grande em sua maneira de locomoção. Análises de DNA de seqüência e anatomia defendem uma estreita relação de pingüins e mergulhões, a linhagem ex especializada para a asa de propulsão eo último para o pé de propulsão de mergulho.

Por Folha Newsletter | Texto adaptado por Reinaldo Reis
É permitido a reprodução deste artigo desde que cite a fonte e mude o título da postagem.

Referências: Animal Planet e Wikipédia

Os vídeos sobre essa série você encontra no http://animal.discovery.com/ - Infelizmente é tudo em inglês.

3 comentários :

  1. Ótima postagem! Belas imagens! Lugares fascinantes a Austrália e a Nova Zelândia, onde a vida evoluiu de forma peculiar, com animais muito diferentes...

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  2. Muito interessante saber que esses animais incríveis são todos da Nova Zelândia

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