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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Aproveite, terapia comunitária grátis!

Você não paga nada para fazer parte de grupos de tratamento que vão ajuda-los a enfrentar seus problemas. Eles estão espalhados pelo Brasil todo

Superar perda de alguém querido, estender a mão a um parente que tenta abandonar um vício, ajudar alguém que você ama a vencer uma doença. Seja qual for o problema, não é fácil segurar a barra sozinho.
Então, busque apoio! De acordo com o psicólogo Felipe Pena, para superar qualquer dificuldade vale até contar com a ajuda de desconhecidos. E, boa notícia - eles estão espalhados por vários grupos de terapia comunitária em todo Brasil. O objetivo: reunir pessoas com problemas diferentes e trocar experiências sem pagar nada por esse serviço de ajuda mútua. Nesta matéria, entenda como o sistema funciona e veja como encontrar o grupo mais pertinho da sua casa.


Reunião em grupo funciona mesmo?

No geral, sim. Afinal, segundo o psicólogo e professor Felipe Pena, da Universidade Federal Fluminense, buscar ajuda com quem também está sofrendo é um ótimo caminho para dar a volta por cima. “Ao se enxergar no outro e sentir que não sofre sozinho, a pessoa passa a encarar o seu problema mais naturalmente e para de sentir pena de si mesmo”, explica ele. Outro ponto positivo: a liberdade. “Você pode ir a um grupo e simplesmente ouvir as pessoas sem ter que falar ou mesmo se identificar”, diz Selma Hinds, presidente da Associação Brasileira de Terapia Comunitária (Abratecom). Porém, claro, os resultados na recuperação podem surgir mais rapidamente em algumas pessoas do que em outras.

Foto Ilustrativa: blogdefarmacia.com



Atendimento no Brasil inteiro


Para encontrar a roda de terapia gratuita mais perto de você, acesse o site da Associação Brasileira de Terapia Comunitária (Abratecom) - abratecom.org. Nela, surgirá um mapa do Brasil para você buscar o seu estado. Aí, é só entrar em contato com a instituição, por telefone ou e-mail. Ao todo, são 48 polos no país que formam profissionais capazes de coordenar os grupos de terapia. Para participar ao vivo, você não precisa fazer inscrição. Basta chaegar de coração aberto para ouvir as experiências das outras pessoas, contar sua história, tentar ajudar e ser confortado também.

caroline.mendes@abril.com.br | Revista Viva - Edição 652 | www.vivamais.com.br

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