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sexta-feira, 19 de julho de 2013

A história do lápis

Há exatos 449 anos foi descoberto algo que mudaria para sempre a escrita no mundo: o grafite. Na cidade de Cumberland, na Inglaterra, foi descoberta a primeira mina de grafite do mundo.


Curiosamente, acreditava-se na época que haviam descoberto chumbo, por causa da cor que era semelhante. Somente após dois séculos, um químico chamado Carl Wilhelm Scheele descobriu que o minério escuro achado na Inglaterra não era chumbo, era um elemento próprio (carbono), conhecido popularmente como grafite.

A partir da descoberta deste deu-se início á produção do lápis.

Os primeiros lápis eram feitos com barras de grafite cortadas e embrulhadas em pele de ovelha, o mineral era misturado com gomas, resinas e cola. Essa mistura era colocada em um pedaço de madeira, geralmente cedro.

O lápis surgiu primeiramente na Alemanha no ano de 1644.

Em 1761, nas proximidades de Nuremberg, Kaspar Faber inicia sua produção de lápis.

Através de Lothar von Faber (bisneto de Kaspar Faber) a região se tornou referência na produção de lápis. Faber é considerado o criador dos lápis hexagonais, ele sempre viajava com um mostruário de seus produtos.

Na metade do século XIX seus lápis já eram sinônimos de qualidade por excelência.

Um fato marcante sobre o lápis é a sua capacidade de escrever embaixo da água e até no espaço.

Estamos na era digital, entretanto o lápis não perdeu sua popularidade.

Mesmo com o computador e outras invenções que surgirão futuramente, o lápis não entrará em desuso, pois ele sempre terá um lugar no coração das pessoas que certamente guardam boas lembranças deste pequeno artefato de madeira e grafite.




Por Michelle Franzini Zanin

Escritora e Jornalista | Autora do livro Vida, Ed Zerocriativa

Contato: michelleescritora@yahoo.com.br




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