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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Reflexões da Guerra


Esta semana fomos abalados com a triste notícia de uma provável guerra na Síria.

Dês dos primórdios, sabemos que uma guerra não é algo bom.
Até hoje a humanidade sofre com as feridas geradas pela 2º Guerra Mundial, agora com esse novo conflito na Síria, fico imaginando quantas feridas se formarão.



Reprodução

Ao pensar em guerra, imagino apenas coisas ruins, vejo em minha mente várias crianças desprotegidas chorando em meio a mutilados, sem saber o que se passa, perdendo a inocência.

Em meio ao caos iminente, o Papa Francisco solicitou que todas as pessoas, independente de religião, jejuem pela paz por cinco horas na noite de sábado, no dia 7 de setembro, feriado de Independência no Brasil.
Creio que jejuando pela paz podemos refletir e nos concentrar em sermos melhores.

Em minha percepção toda guerra começa interiormente e não exteriormente.
Quando se está bem interiormente, não há a necessidade de fazer guerra.
Por isso vejo a necessidade de combater os demônios que circundam a alma das pessoas.
Trabalhando o espírito, nos tornamos seres melhores, capazes de promover a paz.

Então a paz nada mais é do que a auto-satisfação, quando nos contentamos em ser nós mesmos, acabamos por encontrar o utópico nirvana.
A guerra é somente uma consequência de nossos próprios temores.
No caso da Síria diria que é o temor de uma nação, temor de ser julgado por sua cultura, sua crença, temor de não ser aceito.

Não temas, aceite-se como é, compreenda sua realidade. Plante semente de júbilo, para um dia colher contentamento.

Não seja conflagração, seja luz e colha concórdia.




Por Michelle Franzini Zanin, escritora e Poetisa | Autora do livro Vida, Ed Zerocriativa

Contato: michelleescritora@yahoo.com.br

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