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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Saiba as vantagens trazidas pelas novas cédulas do real

É muito fácil, hoje, ser enganado recebendo uma nota falsa. Isso ocorre eventualmente com comerciantes que movimentam muito dinheiro ao decorrer de seu dia.
Alguns falsificadores pegam notas de baixo valor, as “lavam” em um processo químico e as reimpressa em cédulas de valores maiores.


O Banco Central do Brasil, com o intuito de reduzir o número de falsificação, lançou novas cédulas do real, com base no estilo do euro. As cédulas possuem o tamanho crescente, isto é, quanto maior o valor maior será o papel. Além das novidades, como a marca d'água, que contra a luz, permite a visualização das figuras dos animais, o relevo em áreas maiores, como nos números e letras, e o número oculto que pode ser visto colocando a nota na altura dos olhos e em posição horizontal.

Quase todas as notas, da nova família do real, já se encontravam em circulação, exceto as de dois e cinco reais, mas estas foram lançadas na metade do mês de julho deste ano. Essas duas últimas cédulas, que faltavam a entrar em circulação, receberam uma dose extra de camada protetora de verniz.

Por serem de diferentes tamanhos e com a presença de novos elementos de segurança, a impressão das novas cédulas fica custando, em uma média de, 28% a mais que o valor antigo. Segundo João Sidney de Figueiredo o chefe do Departamento de Meio Circulante do Banco Central, o banco pagava cerca de R$ 168 para imprimir as antigas cédulas, mas agora, o banco paga, em média, R$ 200 para imprimir a mesma quantidade de cédulas.
Porém, este custo será compensado com o decorrer do tempo, já que as novas cédulas possuem uma vida útil de 30% a mais. Este maior tempo é o resultado de um processo que as cédulas passam após a impressão.

As antigas notas de maior valor como, R$ 20, R$ 50 e R$ 100, circulavam entre dois anos e meio a três anos e as de valor inferior, como as de R$ 2 e R$ 5, tinhas uma vida, geralmente, de no máximo um ano e meio.


Mesmo com o número de falsificações de cédulas, apreendidas no período entre 2003 e 2012, caindo de aproximadamente 197 milhão para 92 milhão, é inevitável que alguns falsificadores não se adaptem a tecnologia e enganem, em pequenos detalhes, o avaliador da nota, porém, o uso de contador de dinheiro ajuda muitos comerciantes a driblar qualquer tentativa dos falsificadores de passarem suas notas falsas adiante. Estes contadores de dinheiro possuem mecanismo, como irradiação (que verifica o papel, o tamanho e a espessura), raios de identificação ultravioleta, e sensor da tarja magnética (onde reconhece a tarja magnética da nota).

A direção de Administração do Banco Central anuncia que a empresa estatal estará de volta na competividade da produção de cédulas e moedas para outros países. Ação que a Casa da Moeda não realiza desde a metade dos anos 80.

Luís Felipe Denucci, o presidente da empresa estatal, anunciou que a prioridade da fabricação da nova família do real é conquistar, primeiramente, o mercado na América Latina, em especial os países do MERCOSUL (que não possuem suas próprias casas da moeda). Após conquistar a América Latina, o próximo foco ira ser a África Subsaariana. No ano de 2009, ano em que as primeiras cédulas da segunda família do real foram lançadas, a empresa lucrou cerca de R$ 330 milhões.

As antigas cédulas, conhecidas com a primeira família do real, irão ser retiradas de circulação de acordo com o seu desgaste natural. Segundo o Banco Central, não haverá a necessidade de trocá-las por cédulas novas em agências bancárias.


Por Pollyane Belo | SEO Master

skype: pollyanebelo.seomaster

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